A cidade 
O concreto está repleto de paixão, na luxúria da imaginação imagino-o, toco-o, como se toca uma mulher sem pudor, com afeto, com fervor. O concreto tem histórias esquecidas pelas memórias dos que o construíram e seguiram por aí, como se nada houvesse por aqui. Como se a cidade existisse desde de o primeiro suspiro do tempo e resistisse ao último suspiro do homem. Um grande abraço a todos! Callil
Escrito por V & V às 19h36
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