Ácido Às vezes o ácido sai nas palavras, nos gestos, na intenção. E disso tudo, só se enxerga a tentativa e, lá no fundo, a eterna dúvida. Solitude, atitude da alma em estar só, varre pra longe essa gente estonteada que vagueia esse mundo como as moscas sobrevoam a merda recém expelida e dê a elas outra merda a se fartar, esta lotou. Moral, abra a tampa dos esgotos, deixe livre as galerias, que os desgostos daqui podem sufocar até o mais bravo dos espíritos, até o mais prudente dos homens; é inútil resistir. Que a indulgência não venha pelos pecados que fiz, e sim, por aqueles que morreram em pensamento e que, moralmente, são muito piores por nunca terem sido feitos, mas arquitetados em perfeita sincronia apenas para que a doença da mente se satisfizesse. Um grande abraço a todos Callil
Escrito por V & V às 15h08
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